Os 7 perfis desafiadores para se tornar um Líder

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Os líderes precisam sempre saber que motivação é uma das principais chaves para o desempenho de sua equipe.

Passar conhecimento, acompanhar a evolução dos liderados, dar o feedback da maneira correta (mesmo que negativa), para que haja constante evolução em sua equipe.

Líderes devem possuir características próprias e únicas, pois suas particularidades e personalidade contribuem para o crescimento e avanço do trabalho em equipe, assim atingindo com mais facilidade os resultados e desenvolvimento profissional na empresa.

Atualmente, sabemos que o Brasil atravessa um momento de crise econômica,  e isso afeta diretamente no rendimento profissional e pessoal de diversas lideranças, o que afeta diretamente as empresas.

Neste cenário de escassez, e principalmente de oportunidades e empregos, a Organização Internacional do Trabalho (OIT)  estima que o Brasil terá 1,2 milhão de desempregados a mais em comparação com 2016 – em termos absolutos, o Brasil terá a terceira maior população de desempregados entre as maiores economias do mundo, a crise é tema cada vez mais recorrente nas reuniões dentro das empresas.

Está cada vez mais desafiador tomar a posição de líder, por isso eu trouxe os 7 perfis para serem evitados, assim facilitar na sua construção :

1. Insegurança 

Todos conhecemos a sensação de insegurança. Um inseguro a conhece melhor ainda! A Insegurança paralisa. É a sensação de não saber exatamente o que dizer em determinada situação. O medo de errar. De ser julgado. De ser criticado. De não alcançar os padrões exigidos pelo outro…

Todos já tivemos esses medos em algum momento, é natural do ser humano não ter todas as respostas na ponta da língua. 

O problema é quando isso acontece em momentos críticos, como em uma entrevista de emprego, em uma apresentação  importantíssima, na palestra que levou meses para ser preparada, na hora de dar uma resposta matadora e de trazer o argumento definitivo.

O inseguro pode ter muitos motivos para ser assim, mas todos se concentram em um elemento comum: falta de confiança. 

O sentimento de insegurança é tão grande que ele nunca sente autoconfiança e capacidade para enfrentar grandes desafios como, por exemplo, um cargo de grande responsabilidade.

De maneira cada vez mais recorrente, esse sentimento é responsável por gerar nessa pessoa crises de ansiedade e, por isso, ele, o inseguro, é visto pelas pessoas por meio de duas perspectivas: 

Como um pobre carneirinho que não consegue fazer nada direito; 

Como uma presa fácil para ser escalada. 

2. Individualismo 

O individualista só olha para si mesmo e coloca suas opiniões acima das do outro. É o chamado “umbigocentrado”. 

É egocêntrico. E é também dogmático: tem suas crenças e não está muito aberto a repensá-las. Faz uso intenso do “eu”. (“Eu quero crescer, eu guardo o conhecimento só para mim”, pensaria ele). Se é “umbigocentrado”, qual a sua palavra preferida? EU. 

A frase clássica de alguém individualista é “vamos fazer do meu jeito” ou até mesmo “confie em mim que dá certo”, “está comigo está com Deus”. E ainda: “eu estou aqui há muito tempo e sei como funciona”. E só falta dizer: “Eu sou ótimo. Eu sou o máximo, eu estou sempre certo”. E, para esses casos, tem uma frase de Henri Amiel que acho bem oportuna: “Nossa maior ilusão é acreditar que somos o que pensamos ser”. Qual o problema de pessoas assim? É que às vezes ocupam posições de poder. De decisão. 

Pessoas individualistas em posição de poder são perigosas, já que suas certezas e sua vaidade entram em conflito com a lógica, com a razão dos argumentos dos outros. Uma pessoa individualista, na maioria das vezes, não é generosa e altruísta.

O comportamento mais comum desse perfil é o de buscar vantagens para si e colocar seus interesses na frente. 

A certeza do individualista é irracional. Muitas vezes, ele não sabe o que está fazendo.

Certamente ele não é alguém que você quer no seu time, muito menos para trabalhar com você em um projeto. O que não quer dizer que as pessoas não gostem dos individualistas, ou não respeitem seus méritos. Elas só preferem que eles fiquem longe e não atrapalhem o trabalho coletivo. 

3. Insensibilidade 

Ser insensível é muito parecido com ser individualista. Qual a diferença? Um insensível não quer apenas o seu sucesso. Ele quer, também, “derrubar o outro”, sujeitar o outro às suas ideias. 

E quando eu digo “derrubar”, me refiro ao fato de pessoas com esse perfil “passarem” por cima dos outros e não terem problemas com isso. E não se engane, as pessoas percebem isso em suas atitudes. Ser insensível é não estar aberto para enxergar o outro. 

Não enxergar suas ideias, suas intenções, suas necessidades. Ignorar bem ignorado as crenças e os objetivos do outro. Muitas vezes, o insensível age de má-fé. Não quer que o outro cresça. Boicota.

Gosta de utilizar ofensas diretas, gosta de ignorar circunstâncias para aplicar uma lei e, principalmente, gosta de desqualificar o outro. Frases como “você está aqui apenas há 15 dias”, “é ingênuo demais para achar que isso dá certo”, “normas são normas” são marcas registradas do insensível.

4. Incoerência

Existem três perfis de incoerência:

a. Incoerência de ideias, quando o indivíduo defende uma ideia e age de outra maneira; 

b. Incoerência de ações, quando o indivíduo exige uma postura dos outros e se porta de maneira oposta; 

c. Incoerência entre a imagem e as atitudes, quando defende uma imagem de si, com determinada postura 

Não há nada pior do que elaborar um plano contando com a participação de alguém que você já sabe que não cumprirá o seu papel. 

A parte difícil do incoerente é que ele é tão incoerente em seus hábitos que é impossível traçar um perfil. 

Incoerência, também, pode ser uso de exageros, de hipérboles e de generalizações sem qualquer base. Ou, então, quando alguém tem uma postura que muda todos os dias (às vezes agressivo, às vezes calmo), o que deixa as pessoas “arredias”, pois elas nunca sabem como ele, o incoerente, agirá diante de alguma situação. Uma verdadeira incógnita.

 E quais seriam outros comportamentos típicos do incoerente?

 • Alguém que fala que quer o melhor produto, mas escolhe o mais barato.

 • Alguém que defende a importância da leitura, mas não investe em livro

 • Alguém que faz discurso sobre meio ambiente e sustentabilidade, mas não cuida do próprio lixo. 

Tudo o que é superficial ou exagerado é da alçada do incoerente. 

5. Intimidação

O intimidador não mantém uma trilha de pensamento lógico coerente ou sustentável, nem ações que correspondam à sua postura. Os argumentos não se sustentam por si próprios.

 Ele coloca sua opinião (muitas vezes autoritária) para atacar o outro e, assim, provocar um verdadeiro incêndio. O que ele acredita ganhar com isso? Concordância. O intimidador busca o SIM (igual a todos os outros), mas suas ferramentas são pouco sustentáveis. Muitas vezes ele é seguidor das ideias de Lee Iacocca, que dizia: “Consenso é quando temos uma discussão e eu decido.” 

O intimidador, de um jeito ou de outro, não consegue desligar ou compartimentalizar sua personalidade.

6. Impostura

O impostor é bem parecido com um mentiroso. Acho que todos podemos concordar com algo: não dá para confiar em um mentiroso. Não dá para confiar em alguém que não fala a verdade.

É aquela antiga fábula do menino e o lobo: o menino grita “lobo” uma, duas ou até três vezes para fazer com que os outros se sintam ameaçados com a presença do animal, mas, no fim, cadê o lobo? Ele não existe. 

E na quarta vez, quando o menino realmente vê o lobo e grita avisando, ninguém corre, ninguém se aflige e o lobo consegue atacá-lo, graças às suas próprias mentiras. 

A característica-chave do impostor é a sua atitude quase “perversa”. Quando alguém age de má-fé com o outro e está no terreno da mentira, esse alguém é um impostor. 

O impostor manipula a percepção das pessoas para concordarem com ele, mesmo que, para isso, ele precise dourar um pouco a verdade. E, por isso, ele é visto como alguém que não tem credibilidade, que não passa confiança e como aquele que não consegue sustentar seus argumentos.

7. Ignorância

Ignorante é uma palavra muito polêmica em nossa língua, mas ela literalmente fala sobre aquele que ignora muitas coisas, no sentido de não saber do que se trata. De desconhecer. Não deveria ser visto como uma ofensa, mas como um alerta de “Cuidado. Falta informação!”. 

O problema é que a pessoa geralmente acha que sabe. Assim como o incoerente, o ignorante muitas vezes não tem consciência do seu problema.

Mas, diferentemente do incoerente, ele não tem conhecimento o bastante para ir de argumento em argumento esperando que algo dê certo: ele mantém um argumento muito parecido com o senso comum ou uma fonte de autoridade questionável, tomando-os como verdade, chegando a defender esse ponto de vista com unhas e dentes. 

Na maioria das vezes, nem argumento tem. Lança frases soltas, uma após a outra, na esperança de que, ao final, elas virem um argumento.

Quando não se tem conhecimento o suficiente (nem provas) para defender ou para justificar suas crenças, para respaldar as suas falas, os seus argumentos, a pessoa é, digamos, ignorante.

É nesse ponto que é preciso buscar fontes externas de conhecimento, geralmente bebendo como verdades absolutas os discursos dos famosos “formadores de opinião” modernos.

Geralmente o ignorante não consegue por si só criar uma opinião e, por isso, ele se porta como receptáculo de idéias alheias e, diante disso, é visto como alguém limitado. 

Claro que esses são apenas alguns pontos básicos. Para te auxiliar, clique Aqui, e você terá um estudo completo para ser e permanecer um grande líder de sucesso.

Conta comigo.

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